Numa âncora que surge entre nós
Onde a areia escapa entre os nós
Em que a fatecha desgarra os prós... ~
Num infortúnio desatino naufragado
Onde o tudo se estende entre o nada "desalvorado"
Fique resguardada entre a paz... e a sós
"(...)Nesta curva tão terna e lancinante que vai ser que já é o teu desaparecimento digo-te adeus e como um adolescente tropeço de ternura por ti. " Alexandre O´Neill



Esmerei-me...esperei-me
Após uma longa caminhada de desesperança
Encontrei-me... perdida em algures sem sentido
Onde a omissão contínua de sentimentos insistia
Em ficar...
Persistia em repousar em mim
Em que me encurralava.
Encontrei-me e já tinha saudades de mim
Daquele riso frenético de menina-mulher
Muitas vezes escondido atrás de uma lágrima.
Revi-me nos tópicos mais desconcertantes do meu "ser"
Mas encontrei-me.
Saudades de mim... Eu tinha.
Agora quero-me a mim...
Quero ser egoísta e possessiva.
Encontrei-me, por fim...
Meu anjo... devo-te o caminho que me orientas...
Meu anjo... devo-te a luz que me iluminas
Meu anjo... estou aqui...
OBRIGADA!<
O porquê deste desatar de tecnicismos ...
Por nada.
Já dizia o Pedro:"Eu, estou aqui"...
Descobri no serialismo que, apesar da complexidade, faz parte de mim.
Há algum tempo ....
Não consigo conter
As lágrimas que vão em mim
Em que, desilusões atonais
Marcam quase o fim...
Está a chegar
A minha etapa
Vou concretizar..............rrr




Pela primeira vez, gostaria de descrever o meu grito : aquele em que não se consegue articular uma palavra, as cordas vocais produzem única e simplesmente um som produzindo este reverberação! É só produzir.
