terça-feira, junho 30, 2009

PARABÉNS ATRASADOS!

Espero que a cor do som te transporte para águas calmas e serenas...
embalando e seduzindo a tua pessoa em ti!



quinta-feira, junho 25, 2009

Tempestade, nevoeiro...



Vivendo para a música e só....
ACABOU-SE!
acabou-se....acabando...acabou-se..........................

quinta-feira, maio 21, 2009

Debaixo dos Caracóis de Seus Cabelos

Dedicado a um grande amigo! Saudades......



domingo, maio 17, 2009

Gostaria de PODER ...
Dizer o que me vai na alma,,,,,
Dormes, como um passarinho que retarda o seu cantar
Pedra preciosa que brilhas....
Relutante no meu dizer
-.Que ofusca!Que me adormece sem turbulência....
....-Que me enebria sem querer...........
Passarinho, que cantas .........



quinta-feira, abril 09, 2009

Bailarina



"Gira a bailarina
Na caixa de música
Lívida menina
Rodando, rodando...
Num pequeno círculo
De ouro e de espelho
Escrava do delicado
Mecanismo
Pálida e suave
Em seu bailado frívolo
Quantas vidas passa
Dançando, dançando...
Com a orgulhosa pose
De uma estirpe distante
Finita num infinito
Narcisismo
Roda a bailarina
A sua sina
De tonta
Guardiã de jóias e segredos
De família
Com a roupinha de balé
Com a sapatilha
Relíquia de passar
De mãe pra filha
Ela se persegue
Em seu passeio lúdico
Presa na caixinha
Girando, girando, girando..."





in: net

sábado, março 21, 2009

"Helen, a menina do silêncio e da noite"



"Esta é uma história verdadeira.
Há cem anos, na América, nascia uma menina loira. O pai e a mãe estavam muito felizes.
Chamaram-lhe Helen Keller. Helen é um bonito nome.
Por volta dos dezoito meses, Helen adoeceu. E, quando ficou boa, os pais aperceberam-se de que ela já não via nem ouvia nada. Tinha-se tornado cega e surda.
Entretanto, crescia, brincava, comia e corria, como as outras crianças; só que não se lhe podia explicar, dizer ou mostrar nada.
Nós que vemos, sabemos que o céu é azul, vemos o sorriso da Mamã e do Papá, vemos os animais e tudo o que se passa em nossa casa, lá fora, na rua, nos campos e por todo o lado.
Helen não via nada.
Nós que ouvimos, ouvimos a voz dos nossos pais, ouvimos baterem à porta, ouvimos o ruído dos carros e ouvimos música.
Helen não ouvia nada.
Em todo o lado, ouvimos sempre qualquer coisa, mesmo à noite, quando dormimos.
Quando se é surdo, não se compreende o que dizem as pessoas, por que é que se riem, por que se zangam, por que falam.
Não podemos repetir as palavras, para aprender o nome das coisas.
Não podemos falar para perguntarmos o que queremos.
E, sobretudo, não temos palavras para pensar.
Os que são apenas cegos têm ouvidos para ouvir e perceber o que se passa à sua volta.
Os que são apenas surdos, têm olhos para ver e compreender o que se passa ao seu redor.
Mas ser ao mesmo tempo surdo e cego, é terrível! É como se estivéssemos sempre sós no silêncio e na noite.
Helen estava assim, completamente só no silêncio e na noite.
Os pais não sabiam o que fazer para lhe explicar as coisas. Muitas vezes Helen enfurecia-se e partia tudo o que encontrava, rasgava as roupas, comia com as mãos e atirava o prato ao chão; batia na irmã mais nova e gritava.
Então os pais choravam porque não sabiam o que fazer para lhe ensinar o que ela não sabia, e para lhe fazer compreender que a amavam muito.
Helen estava muito triste. Muitas vezes, ficava sentada no chão e chorava o dia inteiro. Helen estava só no silêncio e na noite e sentia-se muito infeliz.
Os pais deixavam-lhe fazer tudo o que ela queria. Nunca a castigavam, e Helen era ainda mais infeliz.
Quando fez sete anos, os pais tiveram uma boa ideia: pediram a uma professora para vir morar com eles. Chamava-se Ann Sullivan e tinha dezoito anos. Já tinha sido cega, mas fora operada e agora via.
Estava decidida a ajudar crianças cegas.
Conhecia muitos jogos para cegos. Mas Helen era cega e surda, e Ann não sabia se conseguiria vir a "falar" com Helen.
A princípio, Helen era muito mazinha com a sua professora e não queria aprender nada. Não gostava de ser mandada porque estava habituada a fazer tudo o que queria.
Mas Ann era muito paciente. Ensinou-lhe muitas coisas: enfiar pérolas, tricotar e coser. Separar os objectos redondos dos quadrados, e os duros dos moles. E, pouco a pouco, Helen tornou- -se gentil e asseada. Não se podia servir dos olhos nem dos ouvidos, mas tentava compreender muitas coisas com as mãos. E foi com as suas mãos que Helen aprendeu a falar.
Um dia, Ann, tocando-lhe nas mãos, fe-la compreender, enfim, que lhe ensinava, deste modo, o nome das coisas. Percebeu, assim, que tudo tinha um nome: as coisas, os animais, as pessoas.
Aprendeu o seu nome, "Helen", e "Papá" e "Mamã" e "Professora". E quando Helen tocava com as suas mãos nas do pai, dizendo Papá, ele chorava de alegria. Era formidável.
Então, Helen aprendeu a ler seguindo com os dedos as letras para os cegos. E, mais tarde, conseguiu falar com a sua voz; mas era muito difícil, porque não ouvia o que dizia.
Helen era muito inteligente e aprendia depressa. Queria saber tudo. Foi à escola com Ann, que a acompanhava para todo o lado e lhe dizia, com as mãos, tudo o que diziam as professoras. E Helen fazia os trabalhos de casa na sua máquina de escrever. Tornou-se tão inteligente que passou num exame difícil em que nenhuma rapariga do seu país tinha conseguido passar.
Helen tornou-se célebre e todos queriam conhecê-la.
Viajou muito. Foi a todos os países explicar às pessoas que era preciso ocuparem-se das crianças surdas e cegas, porque elas também podiam compreender, aprender como ela, e serem felizes.
Helen sabia que tinha tido muita sorte: tinha uns pais que a amavam, e que haviam podido pagar uma professora só para ela. E, sobretudo, tinha Ann, que era muito inteligente e paciente.
Helen gostaria que todas as crianças cegas e surdas fossem ajudadas e amadas como ela foi.
Agora, graças a Helen Keller e a Ann Sullivan, sabemos ocupar-nos melhor de crianças que não vêem e que não ouvem."

in: internet.

quarta-feira, fevereiro 18, 2009

Surpresa!

Voltei a lembrar-me de ti. Aliás, não há nenhum dia que te não tenha no meu pensamento.

Se juntar o número de horas que já te esqueci, penso que não daria para encher uma tarde... ou noite. Já sei que a tua pessoa está espantada... mas o que hei-de fazer?

  • Hoje deu-me para isso... recordar as cores que te envolviam, os sons que te caracterizavam, os sorrisos que, numa melodia arrepiavam.

Sim, não fiques com esse ar de estranheza porque apenas hoje me pareceu condigno escrever sobre isso! Tenho estado fechada numa caixinha... a brincar com as palhetas e colocando-as na ordem para que, quando a abrisse, soasse com um timbre infantil e sem ruído.

Já sei que vais dizer que podia perder menos tempo a afinar... a melhor melodia é aquela que sai do coração. Tens razão. Mas eu sou assim! Teimosa até com as próprias loucuras dos sons.

Não quero um dia pensar que podia ter pensado melhor. Quero ter a oportunidade de melhorar todos os dias.

Olha... lembro-me sempre de ti!

Um beijo.

sexta-feira, outubro 17, 2008

Entre la tierra y lo cielo


http://www.youtube.com/watch?v=ttOkm1DUGg8

Yo siento que me provocas,

aunque no quieras hacerlo,

esta grabado en tu boca,

a rojo vivo el deseo.

Y casi puedo tocarte,

como una fruta madura,

presientoque voy a amarte,

mas alla de la locura.

Voy a comerte el corazon a besos,

a recorrer sin limites tu cuerpo,

y por el suelo nuestra ropa,

suave gota a gota,

voy a emborracharte de pasion.

Voy a comerte el corazon a besos,

a recorrer sin limites tu cuerpo,

voy a dejar por tus rincones pajaros y flores,

como una semilla de pasion.

Ahora te sueltas el pelo,

y asi descalza caminas,

voy a morder el ansuelo,

pues quiero lo que imaginas.

Cuando se cae tu vestido,

como una flor por el suelo,

no existe nada prhibido,

entre la tierra y el cielo.

Voy a comerte el corazon a besos,

a recorrer sin limites tu cuerpo,

y por el suelo nuestra ropa,

suave gota a gota,

voy a emborracharte de pasion.

Voy a comerte el corazon a besos,

a recorrer sin limites tu cuerpo,

voy a dejar por tus rincones pajaros y flores,

como una semilla de pasion.

Saudades


Saudades! Sim... talvez... e porque não?...
Se o nosso sonho foi tão alto e forte
Que bem pensara vê-lo até à morte
Deslumbrar-me de luz o coração!

Esquecer! Para quê?... Ah! como é vão!
Que tudo isso, Amor, nos não importe.
Se ele deixou beleza que conforte
Deve-nos ser sagrado como pão!

Quantas vezes, Amor, já te esqueci,
Para mais doidamente me lembrar,
Mais doidamente me lembrar de ti!

E quem dera que fosse sempre assim:
Quanto menos quisesse recordar
Mais a saudade andasse presa a mim!

Florbela Espanca

terça-feira, agosto 05, 2008

Há momentos...


Há momentos em que apetece

Voltar ao que ainda nunca foi

Ao que nunca viu

A quem nunca amou...

Há momentos que apetece

Estar com quem nunca esteve

Sonhar com quem se esquece

Voar com quem nunca voou...

Há momentos que apetece

Relembrar o que nunca viveu...







sábado, junho 07, 2008


Sinto-me tão triste…tão ostracizada… tão … tudo!
Há momentos que nem sei por onde olhar, respirar.
A sensação de solidão invade-me dia após dia…e no entanto, tenho tanto amor, carinho, compreensão à minha volta.
A realidade é um estar. A fantasia…, essa, está cada vez mais a esvair-se num mundo que espero que tenha retorno. A minha criança quer ser!
O sorriso exterior !! Quando há lágrimas que choram por dentro e que não acalmam o meu viver.
A preocupação que persiste em insultar-me todos os dias…
Não basta dizer CHEGA! Não chega…

quarta-feira, março 19, 2008

Nua....

Despi-me de pré-conceitos
Despi-me de roupa, experiência e saberes
Despi-me de tudo e olhei-me
Vi um reflexo da saudade
Vi uma tormenta complexada pairando sobre mim.
Tirei o véu e acabei por desnudar-me
Vi uma criança feliz
Que salta ao lado de outras, simplesmente audaz
Na loucura de querer viver, de querer saber
De querer amar, de querer voltar a nascer.
Vi lugares, sítios, situações, paraísos, pessoas
Que já não voltam mais …
Vi lembranças, recordações, altares
Acabei por ver o meu…onde me escondo e …
Não! Não vou ainda vestir-me!
Alegria, saudade, felicidade
Vi ninhos de passarinhos recém-chegados a chilrear
Oliveiras, amemdoeiras e videiras
Coelhos, galinhas, vacas e cobras…
Vi cordas…
Brincadeiras cujo limite era o céu.
Vesti-me de azul…
Continuei o meu trajecto que me pareceu infindável
As mágoas, traições, risos, primeiras saídas
Onde a noite me vestiu de negro.
Ainda me continua a acompanhar com o seu longo manto preto
Que me cobre por completo, onde me torno um ser indelével
Repleto de ansiedade, ternura e carinho
Medos, escuridão
Lembrando-me que já estou vestida…
Olho-me… vejo-me
Sinto a saudade voltar…
Saudades… de MIm!

sábado, fevereiro 09, 2008


15 de dezembro de 1982

(...) começar o dia assim: desenhando passos circulares na lama da azinhaga.cães, cheiro a estrume, a solidão paga-se logo de manhã cedo, como uma chuva que nos fustiga...
...estou desatento ao que se passa comigo.
Não consigo avançar uma linha, dormito mais do que escrevo.
Tenho a alma triste.
Ao certo, que quererá isto dizer? (...)

Al Berto

sexta-feira, fevereiro 01, 2008

Há dias... e dias!

Há dias para tudo.
Desde o entender-me até ao entender os outros com quem lido diariamente.
Tenho denotado em mim uma certa impaciência e compreensão para com os anteriormente mencionados. Quero-os muito mas não impele a insatisfatez de os "ter" de vomitar à terça-feira.
Ora bolas... mas que coisa de ...
Ainda ontem disse: "Se me aparecesse um emprego diferente, com perspectivas de futuro e sem impostos...mudava de profissão!"
Alguém sabe?Alguém conhece? Alguém ??
Não faz mal. Seja o que acontecer.;)



quinta-feira, janeiro 17, 2008

Um Bom Ano

É verdade. Mais um ano que entrou e, se pensar bem, não dei p´lo chegar. Talvez tenha vindo em pézinhos de lã mas volto a repetir:não senti.
Pensando em todo o ano passado, só me faz desejar que este ano seja melhor. Não! Muito melhor!
São estas as ocasiões em que tantos pensamentos me passam pela cabeça e não consigo sequer escrever ou passar para palavras o que quer que sej...
Serão hóstis e sublimes a pestanejar por entre um buraco afunilado e comprido, onde a luz surge quando se ergue a madrugada?
Serão beneméritos arrogantes pelas sua obra criada?
Serão revolucionários serenamente desbravados ?
Realmente...não sei. Faltam-me as palavras para os definir.
Quero no entanto desejar um bom ano... aos meus amigos... com Paz, Amor,Alegria e que a vida sorria sempre!
Cá deixo algo para aliviar o dia:)) É sempre bom dar umas boas gargalhadas. Já agora, aproveito para desejar uma boa viagem a quem vai de viagem:))
Dança Húngara n.º5, Johannes Brahms

segunda-feira, dezembro 17, 2007

Já venho

IdOLATRO A QUeM?
dEIXAI-ME SER NARCisTA.
Perco-me no negro da bruma

Onde véus de nevoeiro me acolhem e reclamam
pelo meu estar.
Deixo-me levar...
Deixo-me ficar...
Já venho.


quarta-feira, novembro 07, 2007

Publico este anúncio pois fiquei extremamente chocada...
Certo dia, um certo animal (ou terei pensado em dizer anormal?), que se auto intitula de artista, lembrou-se de ir resgatar um cão, vadio, à rua e expô-lo, aprisionado, numa galeria de arte. Até aqui tudo bem, digo eu.Ora, continuaria tudo bem se o dito cão fosse alimentado, mas em vez disso foi deixado morrer à fome, perante os olhares dos visitantes e, como que para fazer inveja ao bicho, escrito numa das paredes da galeria com biscoitos para cão, um texto algo polémico.Este animal, o tal “artista”, responde pelo nome de Guillermo Habacuc Vargas e fez este “belo trabalho” em Agosto de 2007, na Galeria Códice, em Manágua.Este “artista” está nomeado a participar na Bienal Centro-America de Arte em 2008. Existe uma petição para que seja excluído da lista de participantes.Fê-lo em nome da “arte”, diz ele, que foi para despertar as pessoas para os animais vadios e com fome.Qualquer dia aparece por aí outra besta e tem a ideia de colocar uma criança numa galeria a morrer de fome, para chamar a atenção para a fome em Africa, ou anda para aí nas galerias a matar pessoas, para chamar a atenção para a sociedade violenta em que vivemos. Seria exactamente a mesma coisa!Podem ver o animal em questão, no blog
El Perrito Vive ( http://elperritovive.blogspot.com/2007/10/el-perrito-vive.html ).Podem e devem participar na petição online (http://www.petitiononline.com/13031953/ ).
Até pode ser que nada aconteça, mas se as pessoas se calarem é que não acontece mesmo nada!

sábado, outubro 20, 2007

"...Ancorar..."

Ancorada
Numa âncora que surge entre nós
Onde a areia escapa entre os nós
Em que a fatecha desgarra os prós... ~
Desagarrada
Num infortúnio desatino naufragado
Onde o tudo se estende entre o nada "desalvorado"
Nada se entrega sem o desenfreado.~

Pois eu hoje quero que aquela onda desgovernada
Fique resguardada entre a paz... e a sós
Como raio desvairado
~
Onde o vento apagado
Entre chamas e gado
Se há-de erguer, entre nós...

sexta-feira, outubro 12, 2007

Uma das músicas que me estremece...


ALBERTO JANES foi um senhor formado em Farmácia, que um dia no inicio dos anos cinquenta, apareceu timidamente em casa de Amália, com umas partituras debaixo do braço... disse que tinha "umas coisas", que achava que eram boas para que cantasse. Quem rodeava a fadista, teve opinião negativa acerca de A. Janes.

Era um desconhecido, a musica dele não "dava" para Amália cantar, etc. Contudo, Amália, com o seu "olho clínico", a sua sensibilidade, contrariou esas opiniões e gravou o "Foi Deus". Seguiram-se outros tantos trechos, o célebre "Vou dar de beber à dor", o "É ou não é", o "Il mare é amico mio",o "Caldeirada", que , tal como Amália vaticinara, eram sucessos em qualquer parte do mundo. Efectivamente, todos esses trechos de Alberto Janes, deram a Amalia "discos de platina".
E pensar que ninguém dava nada por Alberto Janes...

Aqui fica algo que me estremece...






sábado, setembro 22, 2007

...



Conservando

Reservando...

Sonhos por alcançar

Quero

Estarei!

És tu

(Quase ...x....

com atoda a certeza)

A minha razão de viver!