
A vontade impera
Em denegrir o que foi bom
Apenas ressurge a vontade
De querer nada...nada
Quando era criança ambicionei ser alguém
E agora, o que sou?
Mero pedaço de cromossomas, associados um a um
E penetro numa algema fechada...
A vontade impera
Nos desacatos à lei
Onde se degenera
Tudo o que não provei
Renego antes e pós
Os bons sabores
Os licores
A Boémia
E penetro numa algema fechada...
A lua não incandesce
O seu brilho
O Sol brilha como sempre
E não entendo...
Porque é que a sombra perdura?
Porque não me larga?
Em denegrir o que foi bom
Apenas ressurge a vontade
De querer nada...nada
Quando era criança ambicionei ser alguém
E agora, o que sou?
Mero pedaço de cromossomas, associados um a um
E penetro numa algema fechada...
A vontade impera
Nos desacatos à lei
Onde se degenera
Tudo o que não provei
Renego antes e pós
Os bons sabores
Os licores
A Boémia
E penetro numa algema fechada...
A lua não incandesce
O seu brilho
O Sol brilha como sempre
E não entendo...
Porque é que a sombra perdura?
Porque não me larga?
E NELA TENTO PENETRAR...